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Richard Dawkins, acerca da importância da ciência como factual

Porque é que a ciência é tão importante para a compreensão de tudo o que nos rodeia, e porque é que duvidar da ciência, nos leva a uma incompreensão do que são na realidade factos.

Ian Dunbar, 15 mnts acerca de treino positivo

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Ian Dunbar é veterinários, comportamentalista animal e escritor. O Dr. Dunbar recebeu um diploma com honras especiais em Fisiologia e Bioquímica do Colégio Real Veterinário da Universidade de Londres e um doutoramento em comportamento animal do Departamento de Psicologia da Universidade de Califórnia em Berkeley, onde passou 10 anos a fazer pesquisa acerca da comunicação olfactória, do desenvolvimento social hierárquico e da agressão em cães domésticos.

O Dr. Dunbar é um membro da Sociedade Internacional de Etologia Aplicada há mais de 35 anos. Ele esteve na fundação da Sociedade Americana de Veterinária de Comportamental Animal.


Cesar Millan - Toda a verdade

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A National Geographic submeteu ao Dr. Andrew 4 cassetes do programa "O encantador de cães" antes deste ir para o ar, para que fosse analisado e eles tivessem uma opinião acerca do mesmo. Está aqui a carta escrita pelo conceituado veterinário à National Geographic que como todos sabemos foi ignorada. O texto foi retirado na íntegra daqui!

Por Andrew Luescher, DVM, Veterinário especialista em Comportamento Canino
Clínica de Comportamento Animal
Universidade de Purdue


Eu revi as 4 cassetes enviadas para mim pela National Geographic. Agradeço a oportunidade de poder visioná-las antes do programa ser transmitido na televisão. Eu terei muito prazer em rever quaisquer programas que lidem com comportamento de animais domésticos e acredito que esta é uma das responsabilidades da nossa profissão.

Eu estou envolvido na formação contínua de treinadores de cães nos últimos 10 anos, primeiramente através do programa universitário “Como os cães aprendem” na Universidade de Guelph (Colégio Veter…

Tempos de mudança no treino de cães de assistência por Debi Davis

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A internet abre o caminho Como treinadora de cães de assistência, eu observei que a maioria das listas de discussão de treino de cães de assistência têm uma grande difusão e que mera menção de treino com condicionamento na vez de castigo põe a “casa em chamas”.
Foi apenas á uns anos atrás que apenas alguns de nós conheciam formas eficazes de treinar sem castigo. Quando eu primeiro comecei a discutir o treino de cães de assistência com outros pela Internet, o maior contributo vinha directamente de treinadores tradicionais e de programas de treino aversivos. Existiam discussões intensas e muito detalhadas de como melhor aplicar um beliscão na orelha ou nas patas e a suspeita da eficácia do treino operante era grande. O argumento mais usado e mais ouvido era “os métodos de treino positivos/humanos, podem resultar para cães de estimação mas para aqueles em competição ou em trabalho, não resulta”.
Demonstrações convincentes reduzem a oposição Agora já passaram uns anos desde essa época e é im…

Artigo de Pedro Marquez

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Existe um artigo escrito por Pedro Marquez (quem é?) que aparenta ser um que foca o tema da chamada.

Como treinadora, sei perfeitamente que este tema é um dos mais problemáticos para os donos dos cães e que juntamente com o problema de puxar na trela um dos que levam centenas de pessoas a contratarem um treinador. Excelente escolha, só que infelizmente o artigo, para além de pequeno, é desprovido de qualquer informação válida que possa ajudar uma pessoa a ensinar o seu cão a vir quando é chamado. O artigo é um de opinião parcial sobre um assunto que nada está relacionado com os cães que não vêm à chamada.

O artigo debruçasse na realidade na tarefa de questionar se todas a raças de cães responderiam fielmente à chamada.

Mas mais uma vez instalasse a confusão pois ao ler o artigo vemo-nos imersos noutro tema, completamente distinto e que é a diferença entre dois tipos de treino ou treinadores, aqueles a quem o autor chama de positivos (ou na moda) e os “antiquados” ou que obedecem a uma metod…

40% treino, 40% respeito e 20% carinho – Passado versus Futuro

Recentemente fui a um seminário em Espanha de Busca e Salvamento e ouvi um treinador a dar o seguinte conselho a um iniciante na actividade, cuja performance do cão tinha sido abaixo do esperado, uma vez que o cão não estava totalmente focado no dono nem no que estava a fazer:

“ O problema do teu cão é que tu dás muito mimo. O cão para se focar em ti tens que ser rigoroso, não podes ceder e tens que ser tu a mandar. Por isso tudo se resume a 40% de treino, 40% de respeito e 20% de carinho, é isto que tens que fazer, mais nada.”

E o “iniciante” saiu dali com o ar mais confuso do mundo. Não admira!

Como é possível alguém medir percentagens de treino, respeito e carinho atribuido a um cão? Como é possível medir e depois dividir quantitativamente?

Se o mero conceito de respeito difere conforme a pessoa, a cultura a educação, o país, o relacionamento, etc.. como podemos pedir a um cão que nos respeite se nem nós sabemos o que é isso? Pior, como podemos pedir a um cão que nos respeite nada mais…

COLEIRAS DE ENGASGO: TREINO DE OBEDIÊNCIA OU CASTIGO FÍSICO?

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As coleiras de engasgo estão indicadas para impedir os cães de puxar a trela ou de ladrar através do uso de dor. Os cães deixam de puxar a trela ou de ladrar por uma única razão - porque dói!


Dado que existem estas alternativas mais amigáveis e com melhores resultados, o papel das coleiras de engasgo e de choque é, no mínimo, questionável. Na realidade, o seu uso é desnecessário e, muitas vezes, pouco eficaz. E pode ser considerado, de muitos modos, como cruel.

Ensinar o seu cão a comportar-se fará com que ele se torne mais agradável de ter por perto, mas também ajudará a protegê-lo num mundo dominado por perigos produzidos pelo homem, tais como estradas movimentadas. Mas esta ideia simples deu lugar à ficção de termos de controlar os nossos cães, qualquer que seja o meio utilizado.

As coleiras de engasgo e de choque são um exemplo desta crença, e são um modo popular de controlar os cães.
As coleiras de engasgo e de choque estão indicadas para impedir os cães de puxar a trela ou de ladra…

O castigo resulta?

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O castigo pode ser eficaz em casos específicos, mas deverá ser usado com cuidado dadas as dificuldades que existem em pô-lo na prática, comparado com técnicas de reforço positivo e dados os potenciais efeitos adversos. O que se segue é uma descrição das dificuldades e efeitos adversos que podemos esperar aquando do uso de castigo (aversivos).

É muito difícil exercer o castigo na altura correcta. De modo a que o animal compreenda o que é que está a fazer de errado, o castigo deverá ser efectuado: enquanto o comportamento ainda está a ocorrer, ou no segundo a seguir.
O castigo pode reforçar comportamentos indesejados. De modo a que o castigo exerca uma mudança a longo prazo, deverá ocorrer sempre que o comportamento indesejado é demonstrado. Se o animal não écastigado às vezes e outras vezes não, está de facto a ser reforçado. Estes reforços estão também num esquema de reforço intermitente (ou seja, castigo inconsistente) que pode na realidade tornar o comportamento mais forte. O reforço…
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O CÃO É UM DESCENDENTE DO LOBO E POR CAUSA DISSO DEVEMOS CONTEMPLÁ-LO COMO UMA ESPÉCIE DE LOBO NA NOSSA SALA DE ESTAR

Copyright 2007 by Alexandra Semyonova -- All Rights Reserved



A ideia de que o cão é um lobo domesticado tem uma grande atracção romântica para nós. Nós imaginamos o grande Lobo cinzento das regiões nortenhas da Terra, um animal poderoso que pesa cerca de 160-220 libras, que passa os seus dias a caçar alces. Sonhamos com os nosso antepassados a encontrarem (ou a roubarem) um filhote de lobo e a criá-lo com muito amor. Imaginamos esse cachorro a crescer e a tornar-se o melhor amigo do homem e o seu companheiro e a procriar crias domesticadas para nós. Após várias gerações deste processo, supostamente nós produzimos o cão tal como o conhecemos hoje em dia. Vemos uma linha de descendência directa dos nossos cães directamente ao grande lobo cinzento que vemos no canal Discovery. UAU, um lobo na nossa sala de estar, que sentimento poderoso!
Hoje em dia já sabemos que as coisas…
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O CASTIGO NO TREINO CANINO

Texto retirado daqui

O que é comportamento? Algo que fazemos? O Dicionário the inglês de Oxford define comportamento como “ uma forma de agir ou reagir”. Comportamento não ocorre num vacuo. Quando fazemos algo, somos controlados pelo que acontece em seguida. Cada comportamento tem uma consequência boa, neutra ou má.

Em 1930 B. F. Skinner estabeleceu quatro princípios para a aprendizagem chamados de “Condicionamento Operante”. Skinner escolheu o nome “Condicionamento Operante” porque o sujeito (neste caso o cão) pode operar em/ou alterar o ambiente através do seu comportamento. Ele pode fazer com que “coisas” boas ou más aconteçam e pode ser ou reforçado ou castigado pelas mesmas.


Como tal os quatro princípios do Condicionamento Operante são os seguintes:

Castigo Positivo: quando o comportamento do cão leva a uma consequência desagradável. Para a maioria das pessoas este é conhecido apenas por castigo.

Reforço Positivo: quando o comportamento do cão leva a uma con…

Revisão do livro Cesar’s Way por Pat Miller

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Uma revisão do livro feita por Pat Miller


Quase todos os livros de treino canino têm algo a oferecer ao leitor, e o livro Cesar’s Way não é excepção. O ponto forte do livro é ser a autobiografia do treinador de cães, estrela de um programa da televisão da National Geographic, Cesar Millan. Se estiver curioso em saber como é que Millan chegou onde chegou hoje, este livro dir-lhe-á. Se está à procura de ajuda para treinar o seu cão, nesse caso, procure outro livro.
Muitos na comunidade científica comportamental vêm as consequências da “forma” do Cesar copm trepidação. Numa entrevista publicada no New York Times em Fevereiro deste ano, o Dr. Nicholas Dodman, director da Clínica de Comportamento Animal na Universidade de Tuft’s, escola de Medicina Veterinária, observou, “O meu colégio acha que é um travesti. Nós escrevemos ao canal National Geographic e dissemos-lhe que arrastaram o treino canino 20 anos para trás”.
Millan prova ter muito pouco ou nada no que toca a informação relativa a tre…