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A mostrar mensagens de Outubro, 2012

Como pode um auto proclamado especialista em cães não entender nada acerca de linguagem canina?

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Para saber mais acerca dos sinais comunicacionais que os cães usam, pesquise Turid Rugaas ou Sarah Kalnajs.

Educar em Positivo

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Entrevista com Cesar Millan

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Perguntas pertinentes e respostas idióticas como sempre!

Bata um pouco de aversivo, com positivo, junte uma pitada de abuso e por fim uma punição no topo

Eu diria que a grande grande maioria das pessoas que usam aversivos em cães fazem-no porque não conhecem formas alternativas de lidar com determinada situação.
Eu como comecei por usar técnicas e métodos aversivos no treino de cães, sei exactamente que o uso de aversivos não está, necessariamente, aliado ao abuso de cães.
Também não considero uma palmada, um esticão numa coleira, ou um grito um abuso, muito menos considero que a pessoa que a dá possa ser acusado de abusador de animais.
Um abusador de animais para mim é uma pessoa que baseia o relacionamento que tem com os seus cães especialmente na intimidação.
Intimidação é o acto de fazer com que outros façam o que alguém quer, através do medo. A intimidação é a resultante do desajuste da compulsão competitiva normal de dominância inter-relacional, geralmente vista em animais, mas que é mais completamente modulada por forças sociais em seres humanos.A intimidação pode ser empregada conscientemente ou inconscientemente, e uma porcentagem…

Não há raças de cães perigosas, há cães (e donos) não educados

A “It’s all about dogs” não tem um espaço físico. Cláudia trabalha com os animais nas suas casas – é lá que passam grande parte do tempo – ou em locais onde demonstrem comportamentos menos correctos (na rua se puxam demasiado a trela, perto da casa da vizinha se não param de ladrar ao cão).

O método que usa premeia mais os bons comportamentos do que castiga os maus. É aquilo a que chamam treinar por “reforço positivo”. “O tipo de relacionamento que se consegue construir é algo que só quem experimenta percebe”, garante.

E que caia a ideia de que “os treinadores positivos são uns utópicos que se agarram às árvores, dão beijinhos aos cães e nunca os punem”. A diferença é que não o fazem com violência, coleiras que estrangulam ou qualquer coisa que cause medo ao animal.

Entrevista com a P3