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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2010

AS 8 REGRAS PARA O USO DE PUNIÇÕES (castigo positivo)

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AS 8 REGRAS PARA O USO DE PUNIÇÕES (castigo positivo)

1. O castigo deve ser algo que o animal não gosta e algo que ele não está à espera

2. O castigo deve suprimir o comportamento. (Isto é na realidade o que define um castigo). Se algo está a ser usado como castigo, mas falha em suprimir o comportamento (ou seja este repete-se) então é ineficaz e torna-se em simples abuso.

3. O castigo deve ter a intensidade perfeita. Se fôr demais terá uma consequência negativa (agressão defensiva, medo, redirecção, etc.).Você irá também acabar por danificar o seu relacionamento com o seu cão e perder mais do que o comportamento (confiança e respeito). Se o castigo fôr muito leve apenas servirá para desensitizar o animal ao mesmo e criar resistência.

4. O castigo deve ocorrer imediatamente após o comportamento ao qual se quer associar. De outra forma, uma associação clara entre comportamento e castigo não será feita.

5. O castigo deve ser associado com o comportamento, mas não a quem o administra. De outr…

Desensitização e Contracondicionamento de cão agressivo com outros cães

uso do castigo negativo

Positivo vs Punitivo

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Positivo vs Punitivo artigo por Dr. Nicholas H. Dodman no website Dog Star Daily Uma vez tive a honra de conhecer a ex primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, num evento universitário. Eu fui apresentado pelo presidente da universidade como o “comportamentalista animal” ao qual ela respondeu “Ah, sim, comportamento!, Realmente é a única coisa que interessa”. E ela tinha toda a razão, com a sua astúcia adquirida por anos de debate na casa do parlamento. O seu “trabalho” envolvia lidar com o comportamento ou falta deste daqueles no seu país e no estrangeiro.

O meu trabalho é lidar com o comportamento ou falta dele de outras espécies animais, em particular, cães, gatos e cavalos, e existem muitos paralelos entre uns e outros.

Uma das correntes controvérsias é a de ponderar se os métodos de treino punitivos, popularizado por William Koehler em 1960 e por um “mar” de treinadores que desde então adoptaram os seus métodos, oferecem alguma vantagem sob outros métodos de treino mais benig…

PENSAMENTOS ACERCA DO ARGUMENTO “ÚLTIMO RECURSO” PARA O USO DE COLEIRAS DE CHOQUE

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Traduzido e retirado do site Ban Schock Collars Á medida que infligir dor nos animais torna-se cada vez mais difícil de explicar, os proponentes do uso de coleiras de choque, fincam o pé quanto ao argumento de que é útil como “último recurso”. Afirmando que as coleiras de choque são necessárias quando um animal não consegue ser treinado de mais nenhuma forma. Portanto a primeira questão que surge é; Quem? Como e quando é que é determinado que todos os outros métodos foram já tentados? A segunda, mas não menos importante, questão é: que pensamento deturpado considera choques eléctricos uma forma alternativa de ensino. Mesmo perante provas evidentes muitas pessoas recusam-se a reconhecer que causar choques eléctricos animais é detrimental para a sua saúde e bem-estar emocional. O pensamento que leva a considerar um animal que não responde ao treino um bom candidato a levar choques eléctricos, não é um raciocínio correcto para nenhum ser vivo.

A noção que os choques eléctricos devem ser us…

Porque é que deve esterilizar o seu animal de estimação?

Aprender a treinar cães através da televisão!

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Artigo traduzido de Sit Stay and Play


Podemos encontrar uma quantidade substancial de treino canino na televisão hoje em dia. Mas, tal como as séries televisivas, a qualidade varia. Então como poderia ver um programa sobre treino canino e avaliar o que está a ver? A sua filosofia de treino pode ser ou não a mesma do que a minha, mas no espírito de uma mente inquisitiva, eu julgo que os seguintes pontos o irão ajudar a decidir:

1. Lembre-se que está a ver um programa na televisão. Isto quer dizer que, no mínimo não está a ver treino e os seus resultados em tempo real. Quaisquer respostas ou resultados fracos podem ser editados. O que aparece no programa parecendo que levou apenas minutos a conseguir, pode ter sido editado de várias horas reais. A ordem pela qual mostram o que se passa pode inclusive ser alterada daquela que realmente aconteceu. Isto pode acontecer para obedecer restrições temporais do programa, mas outros motivos podem ser menos benignos – para fazer parecer o protagonis…